A Trilogia da Transformação Social

A Trilogia da Transformação Social
Leonardo Duart Bastos

Resolvi escrever essa trilogia para refletir meus atuais pensamentos. Não tive intenção de nela esgotar o assunto que alias tenho me sentido provocado a estudar mais profundamente. O que quis ao sentar hoje, domingo as 23:26 hs. de frente ao computador é de alguma forma colocar para fora um esboço de minhas idéias, na tentativa de organizá-las.
Meus 29 anos, minha experiência de pai, minha tardia vida de universitário geram em mim uma experiência um tanto quanto temperada, uma mistura de idealismo jovem, de temperança, de inconformação, de carinho, de doçura e de forte crença no homem.
Meus estudos na faculdade de psicologia me aproximaram de um certo humanismo romântico e ilimitado. Que me influenciou na forma de ver e viver o mundo. Desta forma não consigo pensar em nada que não parta do meu sentimento pelo ser humano. Soma-se a isso meu desejo de fazer algo por aqueles que agonizam, que são excluídos do banquete onde gozam poucos. Não tenho, contudo conseguido me aproximar dos revolucionários, dos incendiários do sistema dito perverso e nem daqueles que a tudo negam, o sistema, a exclusão e a dor.
Tenho dentro de mim uma idéia ainda meio disforme de algo que parta do humano, da valorização e do respeito ao homem seja ele o multimilionário que pensa somente no seu umbigo ou no mendigo que fissurado na esmola para mais uma dose de pinga no boteco da esquina. Para mim tanto um quanto o outro em determinadas condições seriam capaz de matar para conseguir seus objetivos, mas também seriam capazes de amar, de respeitar, de ser gentil e altruísta. Alguma coisa do que penso encontrei em Carl Rogers, mas o que ele escreveu não me satisfez de qualquer forma Rogers é meu ponto de partida.

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