Wellington Menezes de Oliveira e as Vítimas de Realengo Sozinho, tímido e com muita dificuldade de fazer amigos, lidar com a rotina social, ele andava cabisbaixo. Não tinha outros amigos se não aqueles que conhecia na internet. Eram dias e noite vivendo em um abismo sepulcral. Sem ninguém para conversar, dividir as angustias, sonhos e frustrações. Frustrações principalmente com as mulheres, as que ele nunca pode tocar. Era virgem. No começo porque não conseguia chegar em nenhuma menina para conversar, depois para encobrir seu fracasso, e para não lhe pesar tanto, passou a convencer-se que era por opção. Seus pais biológicos ? ? Uma mãe esquizofrênica. Seus pais de criação, falecidos. Demais parentes tão distantes quanto a vizinha que nem sabia seu nome. Para todos não era ninguém. Ninguém notava seu andar cabisbaixo, seu sofrimento no rosto seus olhos tímidos e menos ainda o mundo que estava criando para sí. Era difícil de mais tolerar as lembranças do mundo real. Na escola...
Na saúde e na Assitencia Social Trabalhar em equipe é um desafio, quando a equipe é formada por profissionais de diversas áreas do saber é um desafio ainda maior. É incontestável que quando temos profissionais de várias disciplinas olhando para um mesmo sujeito, sua compreensão tem muito para ser mais completa e, por conseguinte a intervenção ser mais assertiva. Contudo são métodos e linguagens diferentes, que só podem ser articulados dentro de um paradigma que sustente a troca ou a inter-relação eficiente dos saberes e quando o objetivo final é sempre o foco nas interações. Antes de falarmos da equipe com profissionais de várias disciplinas temos que falar da equipe com várias pessoas, independente de suas formações. Pessoas diferentes pensam diferente e sempre trazem a tona suas singulares experiências de vida que podem interferir de forma positiva ou negativa no grupo. Além disso, mesmo os profissionaisfalando o mesmo dialeto, podem ser incomunicáveis se os canais d...
Silencio! Eu não quero escutar nada. Será que não pode ver o que eu vejo, Não pode ver a beleza das cores, Sentir a suavidade do vento, O perfume do campo? Silencio, Seu barulho só serve á ti, Para esvaziar a sua intolerância, E justificar sua incapacidade de perceber a beleza do mundo, E não me acrescenta nada. Veja comigo aqueles pássaros voando distantes, Sinta o ar batendo em seu rosto, Repare o doce alaranjado do por do sol de inverno! Veja como é bonito, Sinta como é gostoso. Observe que mais do que não deixar transbordar sua xícara de paciência, Essa experiência a alarga e a torna mais agradável. Não me venha com sermões, Nem queira me impor seu jeito de ser. Apenas contemple...
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